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Se alguém se dedicasse a fazer um compêndio da música pop-rock artisticamente relevante dos últimos 40 anos e, depois de recolhidas pilhas e pilhas de canções, se visse forçado, por questões de espaço, a fazer a síntese de todo esse material, reduzindo-o ao essencial, dificilmente teria condições para apresentar uma peça articulada e esteticamente funcional. A menos que esse alguém se chamasse Ariel Marcus Rosenberg e o compêndio assim gerado ficasse conhecido por «Before Today».
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